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quarta-feira, 2 de maio de 2012

poesia ao meio dia #6


Um copo de cólera, um gole de dor, diz Wado.
Quero desaparecer.
Entenda bem, desaparecer não morrer!
Não tenho tendências suicidas.
Quero cuidado.
Aquele cuidado sabe.
Seu abraço, e o sumiço da dor.
Que dor?
Não existe dor.
Não existe nada, só um vazio.
Um oco.
O vácuo.

terça-feira, 1 de maio de 2012

poesia ao meio dia #5


Ao aproximar-se repele,
Repelindo atrai,
ao não cativar se mantêm longe.
À distância não se conhece ninguém, 
nem se desvenda mistério algum.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

poesia ao meio dia #4


Transição?
Transitório?
Permamente?
Como abrir portas que ainda que abertas mantém fechos cerrados?
Perder o não ganho?
Caminhar nas entrelinhas de um labirinto sem fim.
Fechar, selar, trancafiar.
Revelar, sentir, voar...

sábado, 28 de abril de 2012

sexta-feira, 27 de abril de 2012